*A música que você está ouvindo no áudio é "TUDO ESTÁ EM SUA MENTE" do compositor ALEXANDRE CHAABAN. O controle deste player está localizado no rodapé da Home.*

  A  única  Editora  de   Música  no  Brasil que  não   retém  obra

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Código Internacional de Normatização
de Gravações
- ISRC
 

Desenvolvido pela Organização Internacional de Normatização (ISO), federação mundial de órgãos nacionais de normatização, o ISRC tem o objetivo de identificar as gravações sonoras e audiovisuais, tornando-se um sistema único e internacional, que coexiste com outros meios que formam parte do sistema CIS (Common Information System), que a nível mundial vem desenvolvendo a codificação de obras musicais, obras audiovisuais, livros, etc.

No Brasil, foi regulamentado através do
Decreto nº 4.533 , de 19 de dezembro de 2002.

Atribuído a uma gravação pelo primeiro titular dos direitos sobre ela, identificando-o durante toda a sua vida, deve ser utilizado pelos produtores de fonogramas e de vídeos musicais, como também pelas organizações de direitos intelectuais, as radioemissoras, bibliotecas, etc.

O ISRC se compõe de doze dígitos que indicam: o país (2 dígitos), o primeiro Titular (3 dígitos), o ano de referência (2 dígitos) e o sequencial identificando a gravação (5 dígitos). O ISRC é alfa numérico, utilizando números arábicos (0-9) e letras do alfabeto romano.


Os benefícios do ISRC:


1. Cada vez que uma música é executada, a leitura do código ISRC permite reconhecer os titulares e as percentagens correspondentes de seus direitos. Essa leitura se realiza por meio dos equipamentos de hardware, facilitando o controle das gravações protegidas e das obras também protegidas.

2. Facilita a distribuição e arrecadação de direitos (por execução pública e cópia privada).

3. Ajuda a combater a pirataria, pois a atribuição do código implica na inserção de uma marca digital no fonograma.

4. Tem fácil implementação e baixo custo, pois não requer investimentos especiais em equipamentos ou tecnologias específicas. Basta que as companhias fonográficas considerem a existência de uma estrutura capaz de lidar com a administração do ISRC.

5. Os benefícios para os meios de comunicação são:

a. Os radiodifusores poderão automatizar a contagem e controle de gravações utilizadas, poupando esforços e investimentos em tempo e pessoal, evitando os demorados e custosos processos de controle existentes;

b. Com o ISRC se obterá um sistema uniforme para controlar os produtos musicais nos acervos dos meios;

c. Os radiodifusores poderão utilizar os números ISRC para identificar os seus próprios programas musicais na arrecadação de receitas por execução. 
(fonte:
www.ecad.org.br )


A CHAABAN EDITORA DE MUSICA GERA O ISRC PARA OS SEUS FONOGRAMAS
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DIGA NÃO À OBRA RETIDA





VOCÊ SABE O QUE É UMA OBRA RETIDA?

Uma obra retida é quando o autor ou músico, que são os verdadeiros donos da obra, filiam-se em editoras musicais sem antes se informar a respeito destas editoras no que se refere aos seus direitos.

Quando um autor assina um contrato de adesão com uma editora e essa editora não possui qualidades de proteger as obras e ver o interesse do autor, com essa assinatura o autor sem saber perde a guarda de suas obras, perde o seu direito de liberdade e jamais, no prazo que foi assinado, conseguirá obter êxito no seu objetivo que era a edição de sua obra.

A retenção de sua obra está no tempo pré estabelecido do contrato pré assinado e o compositor mal orientado assina este contrato, onde, se ele quiser rescindi-lo e sair da editora existem multas contratuais e uma série de problemas relacionados a direitos autorais, por ele não ter autonomia sobre suas obras, a editora o prende, retendo além das obras o próprio autor.

A retenção da obra acarreta no afastamento do que é seu por lei e os contratos das editoras com data específica de término e de adesão, deixam o autor mais e mais afastado de suas obras, sem comando nenhum e acorrentado a essa editora.

Editora musical transparente e que funciona na legalidade deixa o autor livre junto com suas obras, manipula a obra do autor em pró do autor e não decide sozinha o rumo das composições.

Por isto, preste bem atenção quando escolher sua editora; no Brasil existem inúmeras editoras, mas existem editoras que respeitam e dão mais liberdade ao compositor e ao músico: a Chaaban Editora de Música é uma delas.

Reter obra é apossar-se do que não lhe pertence e uma verdadeira editora musical não se apossa do que não é devidamente dela. A obra é sempre do autor: não é do produtor, não é das gravadoras, não é da editora. A obra sempre será do autor, motivo pelo qual a CHAABAN EDITORA oferece ao compositor a EDITORAÇÃO MUSICAL SEM A COBRANÇA DA TAXA DE 25% SOBRE SEUS DIREITOS AUTORAIS.

Leia mais sobre EDITORAÇÃO MUSICAL na nossa home.



Barganhar, pechinchar e explorar ilicitamente uma obra artística é não valorizar a cultura.

O indivíduo que não valoriza o artista e sua obra não valoriza a si mesmo, mostra a verdadeira face daquele que não possui cultura. Quem explora ilicitamente uma obra artística está cometendo crime previsto em Lei.


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